O ano de 2010 marca muitas conquistas para a Intel, principalmente na área de Responsabilidade Social. Foram mais de 8 bilhões de dólares investidos em projetos sociais em 60 países. “A Responsabilidade Social Empresarial é parte da cultura e da gestão diária da Intel. Somos uma empresa consciente das atitudes que devem ter as organizações líderes no século XXI, e assumimos esta postura a partir do trabalho diário que cada um de nossos funcionários realiza no país”, explica Nuno Simões, diretor de Relações Corporativas da Intel América Latina.

 

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Com uma preocupação especial na área de educação, a Intel alcançou um milhão de professores das redes públicas capacitados pelo Programa Intel® Educar para o uso efetivo da tecnologia em salas de aulas na América Latina. Só no Brasil foram mais de 200 mil professores formados pelo projeto.

 

Mas não foi só isso. A Intel se orgulha pelas conquistas dos estudantes durante o ano. O número de projetos de tecnologia inscritos no Desafio Brasil 2010 bateu recorde com mais de 162 startups competindo por mais de R$60 mil em prêmios. Outra posição importante atingida pelos estudantes brasileiros foi durante o ISEF 2010, a maior feira de ciências internacional coordenada pela Intel, em que 26 dos nossos estudantes concorreram e ganharam 19 prêmios, incluindo um primeiro e um segundo lugar da competição.

 

Além dos investimentos em projetos sociais, a Intel também assume o papel do voluntariado, incentivando seus funcionários a colaborarem com causas sociais. A Campanha Intel do Bem é uma gincana na qual os funcionários da Intel Brasil competem, ajudando quem precisa. Desde o início do projeto, foram beneficiadas seis instituições, atingindo mais de 1.000 jovens e crianças.

 

A Intel acredita que por meio das atividades propostas em prol da educação e do uso efetivo de tecnologia, é possível estimular a inovação. Para o próximo ano, o compromisso de engajamento continua ativo para continuar beneficiando a sociedade e transformar os jovens nos novos apaixonados pelo futuro.

Santa Ifigênia, o maior centro de comércio de eletrônicos de São Paulo, presenciou fumaça branca saindo de equipamentos na quarta-feira, 15 de dezembro de 2010. Não, não era nenhum tipo de novo produto chinês ou paraguaio. Esse foi o dia e local onde Alexandre Ziebert conseguiu fazer com que um processador Intel Core i7 980X Extreme Edition saísse de 3.33 GHz e chegasse aos 5.5GHz numa temperatura de 104 graus Celsius negativos. Parece estranho para você? Não com overclocking.

 

O overclocking é uma prática que acelera a velocidade normal do processador para aumentar o desempenho do equipamento. Não é tão fácil quanto parece, pois para atingir níveis avançados de overclocking é necessário muito conhecimento no assunto, equipamentos de alta qualidade, sistemas de refrigeração baseados em nitrogênio líquido ou gelo seco e muita, mas muita paciência.

 

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Nesta demonstração, Ziebert escolheu esse modelo especifico de processador por uma série de motivos que contribuíram para se chegar tão longe. Primeiro, porque este processador oferece seis núcleos de processamento que, atrelados à tecnologia HT (Hyper-Threading), podem executar até 12 threads, tornando dessa forma o sistema mais rápido na frequência de processos.

 

O segundo motivo é que o modelo já tem o multiplicador destravado, o que permite ir além do clock base da placa-mãe. Normalmente, o padrão da taxa de transferência de dados entre o processador e a placa mãe é de 133 MHz e com a prática do overclocking é possível passar um pouco acima de 200 MHz.
Por fim, a última característica que foi decisiva para a escolha é que o modelo Core i7 980X é fabricado no processo de 32 nanômetros, o que permite atingir frequências maiores com o mesmo nível de tensão, e por isso, não oferecem o risco de danificar o processador.

 

O mais legal é que quem esteve na demonstração de São Paulo pode acompanhar o show de Alexandre e suas explicações sobre a prática. A mesma demonstração foi feita anteriormente no Rio de Janeiro. Mesmo utilizando a mesma configuração, Ziebert tinha atingido 5GHz.

 

Se empolgou? Muita calma nessa hora. Utilizando apenas a intuição para fazer o processo, o risco de ficar sem máquina após a tentativa de overclocking é de 99,9%. Antes de queimar seu processador tentando deixá-lo mais rápido, entenda que a prática de overclocking não é algo simples e exige muito conhecimento específico. Deixe isso para os profissionais da área que dedicam muito de suas vidas para fazer fumaça branca sair de computadores.

Equipe Intel Brasil

Notebook Kamikaze

Posted by Equipe Intel Brasil Dec 16, 2010

Roubaram o seu notebook do trabalho. E agora? Cheio de informações preciosas, dados nos quais você trabalhou durante meses, com aquele projeto confidencial ou até aquela ideia genial que você só salvou lá e que vai lhe render seu primeiro milhão.

 

Para preservar a segurança dos seus dados e não dar uma máquina nova ao ladrão, só resta ao seu notebook uma saída: o suicídio. Heroicamente ele toma uma “poison pill” e em poucos instantes desabilita todas as funções de hardware. O próximo passo é o céu dos computadores.

 

Isso é possível? Segundo Roberto Mattos, especialista de soluções da Intel Brasil, é sim. Tudo isso com a tecnologia contra roubo da Intel. Presente em notebooks com processador Intel Core 2010 e com tecnologia Vpro, ela permite desativar o PC no nível do hardware no caso de perda ou roubos.

 

Você está trabalhando feliz e contente, mas seu computador não para de travar, está lento e no gerenciador de tarefas tem mais coisa do que realmente você está usando. Não resta dúvida, é hora de chamar o suporte.  Você levanta, vai até o lugar onde senta esse profissional, explica sua situação. O analista de TI, sem levantar do lugar lhe pede um tempo. Minutos depois ele explica: seu computador estava com um vírus, mas já resolvi o problema.

 

E você pergunta: Como ele fez isso sem sair do lugar? Exorcismo? Poder do pensamento? Ele está me enrolando?

 

Márcio Paulino, especialista de soluções da Intel Brasil, e a tecnologia Intel Vpro trazem a resposta para você.

 

Sete equipes foram divididas na Intel Brasil. Rivalidade, suspense e clima de tensão no ar. Seria mais uma competição em busca de algum prêmio especial? Sim e não. Na verdade, esse foi o modelo utilizado em 2010 na Intel do Bem, campanha de voluntariado da Intel Brasil.

 

Nela, os funcionários da Intel Brasil participam de gincanas e oferecem mentorias e outras atividades para jovens. As mentorias ajudam estes jovens a descobrir um mundo novo e acreditar que é possível preparar-se para as oportunidades de trabalho. Seis instituições foram beneficiadas, atingindo mais de 1.000 jovens.

 

O projeto também contou com a presença dos Doutores da Alegria. Quer saber como foi? Confira:

 

O mundo atual está dividido entre aqueles que possuem certo nível de conhecimento na área de informática e aqueles que ou são resistentes às evoluções tecnológicas, ou não tiveram chance de adquirir este conhecimento. De uma maneira ou de outra, é comum essa divisão ser simplificada como nós (exploradores de gabinetes e malabaristas de softwares) e eles (hereges que não conseguiriam ligar um computador nem se fosse uma questão de sobrevivência).

 

A questão é que, por mais que discutir configurações seja natural para nós hoje em dia, houve um momento na vida de cada um no qual isso não era. E geralmente respondemos a pergunta “como que você aprendeu a mexer no computador?”, com um automático “fuçando!”. Sem querer desmerecer os talentos autodidatas dos apaixonados pelo futuro, mas é bem provável que em algum momento um amigo ou professor deu uma orientação que foi vital para nossa formação na área de TI.

 

Por isso, assim como esse amigo ou professor que se ofereceu para ajudar, procure ter a paciência e a boa vontade para ensinar aquele irmão caçula que não sabe por onde começar, ou aquele conhecido que comprou um computador para conseguir falar com o mundo. Eles também têm potencial para ser um de nós.

 

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Atualmente todos sofremos com o excesso de informações. A avalanche de promoções, oportunidades "imperdíveis" e chances "únicas" faz com que o internauta acabe ignorando os banners, malas diretas digitais e links patrocinados por puro instinto.

 

Eis que surgem duas expressões complicadas porém fáceis de serem compreendidas: Digital Signage e Anonymous Video Analytics (AVA). A segunda serve como base para a primeira. AVA se refere à análise de vídeos em tempo real, guardando dados estatísticos porém sem registrar as imagens que estão sendo captadas. Já Digital Signage é a utilização disso como um sistema completo, integrado a um painel ou banner digital.

 

A vantagem? Com o Digital Signage, é possível definir a quantidade de pessoas que prestam atenção numa peça, além de determinar o tempo que estas pessoas dedicam ao anúncio e o gênero delas. De posse destas informações, que preservam a privacidade do público, comunicadores de todos os ramos poderão reduzir a quantidade de propagandas mal-empregadas, e personalizar as peças de acordo com quem as vê.

Houve uma época na qual ficamos empolgados com a ideia de acessar nossos e-mails de qualquer computador do planeta. Serviços de webmail explodiram, e logo ganhamos a capacidade de, mesmo estando na casa de amigos, em escritórios e em lan houses, ler algumas correntes memoráveis como "o ICQ vai deixar de ser gratuito" ou "grande empresa está dando dinheiro para quem repassar este e-mail". Depois disso tivemos a evolução dos celulares, e nossos e-mails podiam ser lidos no carro, no banheiro ou na casa da avó que odeia tecnologia.

 

Esta evolução da mobilidade é importantíssima, porém um dos pontos principais para os projetos da Intel está na acessibilidade. De nada adianta você poder se conectar à internet de praticamente qualquer lugar se você não consegue acessar as suas informações e redes sociais com facilidade. Desse dilema surge o conceito de "Computer Continuum", ou seja, a "continuidade do computador": a possibilidade de acessar o que se quer de onde se quer, somando conveniência e simplicidade. Sejam seus contatos, compromissos ou portfólio de ilustrações com giz de cera, tudo isso deve estar a poucos segundos de distância uma vez que você tiver nas mãos qualquer gadget conectado.

 

Alguns números reforçam o potencial para evoluções tecnológicas neste sentido. Em 2020, projeta-se que seremos 4 bilhões de usuários, utilizando 31 bilhões de aparelhos conectados, rodando 25 milhões de aplicativos diferentes. E é com a intenção de oferecer a melhor estrutura possível que a Intel já está se preparando para este enorme desafio da próxima década.

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Mesmo que você possua um monitor de 24" com saída HDMI e um sistema de som 5.1 conectados ao seu computador, o ritual de encostar num sofá continua sendo a maneira mais agradável de se mergulhar na história de um filme. A proposta das Smart TVs está diretamente relacionada a isso: conciliar o conforto do sofá com a praticidade do computador.

 

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O conceito é a resposta do mercado a esta demanda por integração sem abrir mão da facilidade. E o resultado é a capacidade de conectar uma Smart TV à internet e assistir filmes por streaming em HD, entre outras várias possibilidades. O sucesso desta tecnologia é tanto que começam a surgir vários serviços online de locação de filmes, voltados primeiramente para consumidores dos Estados Unidos, Canadá e Europa.

 

Apesar destes serviços não terem se estabelecido no mercado brasileiro ainda, pode-se esperar uma invasão nos próximos anos, conforme a estrutura for se consolidando. As vendas das Smart TVs por aqui são uma realidade cada vez mais próxima.

Durante o Editor’s Day 2010, encontro que reuniu os principais editores e jornalistas da área de tecnologia com os executivos da Intel Brasil, um dos temas em discussão foi a utilização da tecnologia da informação para o desenvolvimento do país, assunto conhecido como “agenda digital nacional”.

 

Em 2009, o Brasil conquistou grandes resultados em sua economia, especificamente no mercado de TI, a participação no PIB superou os anos anteriores, correspondendo a 3,5% das movimentações. Apesar disso, as tecnologias de informação e comunicação (TIC) não evoluíram tanto, mesmo encontrando oportunidades favoráveis ao seu crescimento.   Apesar de sermos o país que mais acessa mídias sociais no mundo – cerca de 86% dos usuários de internet, acessando mais de 5h por mês  – a disponibilidade de banda larga para os usuários ainda é muito baixa: 6% enquanto a média mundial de 8%.

 

Segundo Fabio Tagnin, Diretor de Expansão de Mercado da Intel Brasil, investir em TIC, em infraestrutura de banda larga e em integração da tecnologia na educação é uma das decisões estratégicas mais acertadas para acelerar o desenvolvimento do país nos próximos anos. A previsão é que o Brasil se torne uma potência tecnológica mundial até 2020.

 

Por isso, é essencial que a atuação da agenda digital nacional seja coordenada, regulamentada e que receba incentivos.   Outro fator apontado durante o evento foi a inclusão das micro e pequenas empresas na agenda digital do país. Conforme as pessoas passam a utilizar mais os computadores e outros dispositivos conectados à internet, as empresas têm a oportunidade de gerar ofertas com um alcance maior e a um custo menor.

 

Para que o Brasil continue avançando na era digital, é necessário oferecer suporte as MPEs, principalmente em termos tributários. O setor que emprega 60% da população tende a incorporar a tecnologia aos negócios, tornando o trabalho estratégico e aumentando a eficiência do uso dos equipamentos.