O mundo da informática está passando por uma grande migração com o processo de virtualização dos processamentos, através de cloud computing. E dependendo do sucesso da evolução desta migração, ela pode se tornar um êxodo. Principalmente por vantagens desse processo, que oferece mais agilidade e facilidade, sem o ônus da ocupação física.

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Pensando nisso, a Intel, baseada na sua visão Cloud Computing 2015, anunciou uma série de iniciativas para que esta evolução seja bem planejada e livre de conflitos.  A primeira delas é a união de 70 empresas que juntas investem mais de 50 bilhões de dólares por ano em TI, e com a ajuda delas, definir os padrões mais vantajosos para todos nesta nova era da informática, e assim estabelecer um crescimento mais rápido e funcional de cloud computing, já que ainda não existem normas ou padrões pré-estabelecidos, o que poderia atrasar seu desenvolvimento. Esse seleto grupo de empresas recebeu o nome de Open Data Center Alliance.

 

O papel da Intel, que não faz parte da ODCA, é fornecer produtos e serviços que sustentem as necessidades resultantes desta mudança, oferecendo também orientação dentro da sua especialidade.

 

Paralelamente, o programa Intel Cloud Builders foi reforçado para que as metas da Cloud 2015 sejam atingidas. O objetivo deste programa é fornecer receitas e guias práticos para criação, implementação e manutenção de nuvens. Uma coisa é certa: com 9 em cada 10 servidores dotados de processadores Intel Xeon, toda a área de TI está se preparando para "decolar".

A Informática está mudando e com ela os hábitos, criando novas tendências tecnológicas. Esse ciclo reinventa a interação homem máquina, especialmente por meio dos aplicativos, mais especificamente os sistemas operacionais. Ao encontro dessa demanda, Intel e Nokia se juntaram e criaram o Meego, um modelo colaborativo de sistema operacional desenvolvido em Linux.

 

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O MeeGo é pensado para que em poucos toques do seu dedo, ações sejam tomadas: de uma música tocada a um email enviado. Na área de IVI (in-vehicle infotainment) hoje já é possível entrar no carro e controlar o seu som através do celular, ou assistir a um vídeo da Internet nas telas de LCD atrás do banco. E simultaneamente, acompanhar o roteiro pelo GPS.

 

Com o lançamento da CPU Atom, a Intel está colocando no mercado diversas plataformas dedicadas para o segmento de eletrônica de consumo, como netbooks, smart TVs, IVI (‘in vehicle infotainment’), IP Media Phone, smart phone, tablets, etc. As plataformas têm em comum a utilização do Atom como CPU, mas tem os SoC (System on a Chip) com DSPs, decoders, security e outros periféricos integrados em um único chip. Dentre as vantagens destas plataformas estão:

 

Atom CPU (x86 – IA): Com a arquitetura x86, os softwares existentes hoje podem rodar diretamente nas plataformas. Mesmo com atualizações, os softwares irão rodar sempre melhor nesta plataforma, incluindo full browser, flash 10.1 e todo ecosistema da Internet.

 

Desempenho: O processador Intel Atom tem um desempenho muito superior ao dos ‘processadores embarcados’ possibilitando assim novos modelos de uso em todos estes tipos de ‘novos equipamentos’ que utilizam este mesmo processador.

 

Sistema Operacional: Com o projeto MeeGo, os desenvolvedores podem contar com um mesmo kernel para desenvolver aplicativos para todos estes novos produtos, reduzindo drásticamente o tempo de lançamento de novos aplicativos e consequentemente de novos produtos.

 

Intel AppUp: A Intel já lançou oficialmente a intel AppUp, uma loja virtual em que o consumidor encontra em diversas categorias milhares de aplicativos disponibilizados para netbooks. Os principais fabricantes de netbook já participam: Asus, Dell Acer. Com diversos fabricantes como canais de venda, a distância entre os desenvolvedores independentes de software e os consumidores fica menor, possibilitando os novos modelos de uso de todo o potencial das plataformas em novos produtos. Rapidamente esta loja on-line disponibilizará aplicativos para outros produtos como tablets, IVI, smart TV, Smart phones, etc.

 

 

Fabio Tolentino e Marcelo G. Da Cruz

A eterna competição em busca do mais forte, mais rápido ou que tem a maior capacidade de processamento de cálculos científicos por segundo acaba de ganhar um novo campeão. E este campeão é o supercomputador Tianhe-1A, desenhado pela Universidade Nacional de Tecnologia de Defesa da China.

 

Com uma interessante mistura entre CPUs e GPUs, o supercomputador chinês conta com incríveis 14.336 processadores Intel® Xeon®, somados a 7.168 processadores gráficos da nVidia. O resultado é uma capacidade de processamento absurda: 2.507 petaflops, ou seja, 2.507 quadrilhões de cálculos por segundo. Todo este poder de processamento será parte de um sistema oferecido para institutos de pesquisa.

 

O Tianhe-1A desbancou o antigo campeão Cray XT5, apelidado de "Jaguar", que fica na Oak Ridge National Laboratory do Tennessee, nos EUA. A capacidade de processamento do Jaguar é de 1.759 petaflops.

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Se você tem interesse em informática, mais especificamente pela parte de hardware, com certeza já ouviu falar das famílias Intel® Core™ i3, Intel® Core™ i5 e Intel® Core™ i7. E poderíamos até apostar que não foi só por propagandas da Intel ou quando foi comprar um novo computador. Os processadores Intel Core significaram um salto tecnológico na área de processamento de dados, conquistando ao mesmo tempo a opinião de especialistas e do público em geral.

 

A intenção ao lançar a família Core foi formar um padrão “good-better-best” entre os processadores, colocando a família Intel® Celeron® como uma boa opção, a Intel® Pentium® como uma opção um pouco melhor e as famílias Intel® Core™ como a melhor opção oferecida. Essa estratégia é fruto de muitos estudos que comprovaram as enormes diferenças entre os vários tipos de usuários. Com a diversificação, um usuário iniciante pode adquirir um processador que irá suprir todas as suas necessidades, da mesma forma que um entusiasta ou um gamer pode investir em outro processador que esteja de acordo com suas expectativas.

 

A divisão das famílias Intel® Core™ i3, Intel® Core™ i5 e Intel® Core™ i7 funciona da seguinte maneira:

 

Intel® Core™ i3: são processadores ágeis, capazes de realizar muitas tarefas ao mesmo tempo. Desfrutam de tecnologias modernas e arquitetura eficiente, possuindo ainda assim um custo acessível.

 

Intel® Core™ i5: estão um patamar acima dos Intel® Core™ i3, desenvolvidos para proporcionarem um excelente custo-benefício para o usuário. Possuem uma capacidade de processamento alta, sendo indicados inclusive para edições gráficas intensas e cálculos complexos.

 

Intel® Core™ i7: estão no topo da capacidade de processamento entre os processadores Intel. Tecnologias trabalham juntas para ampliar o desempenho dos processadores desta família a níveis ainda maiores do que os atingidos pelos outros modelos. Não é exagero afirmar que são objeto de desejo de 10 em cada 10 gamers.

 

Portanto, recomendamos que antes de definir qual processador é o melhor para o seu perfil, faça uma lista do que espera da máquina. Em caso de dúvida, consulte o Guia de Compras Intel (www.meuproximopc.com.br). E se surgirem novas expectativas, existe sempre a possibilidade do upgrade.